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Mostrando postagens com marcador Bartolomé Masó. Mostrar todas as postagens
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De Bartolomé Masó a Media Luna

11/05/2012 - 15º dia de viagem

Programamos  sair do hotel, em Bartolomé Masó, às 8 horas da manhã. Quando colocamos as malas no carro descobrimos que um pneu traseiro estava baixo. O carro não conseguiria andar com os 5 passageiros mais as malas - e arrumar as malas no porta-malas era uma operação complicada. Solução: as mulheres ficaram no hotel e Araújo (dirigindo) e Jayme (de copiloto) saíram para procurar um borracheiro para consertar o pneu.
Primeiro raciocínio: vamos procurar um posto de gasolina e, com certeza, lá encontraremos um borracheiro. Saímos apressados, sem levar o documento do carro e sem lembrarmos que não poderíamos dirigir - ao alugar o carro colocamos como motoristas Lucimar e Angélica. Encontramos um posto de gasolina, perguntamos sobre o "borracheiro" - ninguém entendeu. Mostramos o pneu baixo já quase vazio. Nos ensinaram o caminho: entendemos que era em uma garagem. Seguimos pelo caminho indicado, encontramos uma construção parecida com uma garagem de ônibus, paramos e perguntamos. Resposta não era ali, já havíamos passado do local. Voltamos seguindo as instruções e cada vez mais nos afastando do hotel e com receio de que fôssemos parado por algum guarda de trânsito.
Erramos o caminho e terminamos pegando uma estrada que saia da cidade. Ao percebermos que a cidade havia ficado para trás paramos no acostamento para fazer o retorno, nisto olho pelo retrovisor e vejo se aproximar um policial em uma moto, não tive dúvida, acenei com a mão e ele ao passar pelo carro parou e retornou. Perguntamos pelo borracheiro (mostrando o pneu) e ele nos indicou o caminho. Entramos em uma rua de terra e nada. Avistamos um senhor vindo de bicicleta. Perguntamos pelo borracheiro ele não entendeu, mostramos o pneu e ele: "Ah! El PONCHERO! (ou algo parecido com isso), nos levou a uma casa próxima e chamou o morador. Era um borracheiro, mas, ao ver o pneu do carro (sem câmara), disse que não tinha material para o conserto desse tipo de pneu e nos indicou outro borracheiro. Seguimos sua orientação e finalmente encontramos o outro borracheiro. Detalhe, logo que iniciamos a busca passamos em frente deste borracheiro e vimos o caro vermelho da foto acima parado, mas admiramos o carro e esquecemos de "ver o borracheiro". A ironia final: o borracheiro não tinha chave de roda adequada ao nosso carro. Tivemos que tirar todas as malas para poder pegar o jogo de ferramentas. Ao terminar o serviço pedi "la cuenta" e o borracheiro respondeu: "dame lo que quieras". Já havia verificado - em um cartaz afixado na parede os preços: conserto pneu carro: 1 CUP (peso cubano). Resolvemos para o que pagaríamos nos Brasil: cerca de 10 reais e pagamos 5 CUC (peso conversível)
Retornamos ao hotel e saímos para Media Luna exatamente às 10 horas.
Em frente ao borracheiro fica o "Palacio de Pioneros", Ejército Rebelde de la localidad Ramón Paz.
O "Palacio de Pioneros" "es un centro de docencia educativa donde se imparten círculos de interés en diversas aficiones por lo que participan pioneros de todos los grados con gran interés, entusiasmo y disciplina cuyo objetivo principal es la formación vocacional y la orientación profesional de todos los educandos."



No município de Bartolomé Masó, "según las características del mismo, entre los círculos de interés que se imparten se encuentran Industria Azucarera, Pesca, Salón y Cantina, Enfermería, Cruz Roja, Historia de Cuba y entre otros." (texto Terruño)






Mapa do percurso


Mais informações:

Próxima postagem: O Museu Celia Sanchez

Quinteto Rebelde - Uma tarde de música revolucionária

10/05/2012 - 14º dia de viagem
Tomamos conhecimento da existência desse conjunto musical cubano, cuja história e repertório estão intimamente relacionados com a história da Revolução Cubana, através da exposição feita pelo guia ao visitarmos a Casa dos Medina quanto da visita à Comandancia de La Plata.  

A história do Quinteto Rebelde,

com texto da Rádio Rebelde - Cuba:

"El 14 de mayo de 1958, el Quinteto Rebelde, se presenta por primera vez en la radio: desde la manigua, en plena guerra de liberación, Radio Rebelde multiplica  el arte rudo de estos campesinos, incorporados al Ejército Rebelde en la Sierra Maestra,  para convertir al grupo  en una poderosa arma ideológica.
Foto do livro La Victoria Estratégica de Fidel Castro
(clique nas fotos para ampliar)
Eugenio Medina Muñoz, uno de los fundadores, recuerda por estos días la historia, cuando Osvaldo,  su padre,  fallecido en el año 1992, integró al  grupo  a  tres de sus hijos, y se convirtió en el  primer director, y enlace con Fidel Castro.
"El grupo musical nuestro, --rememora Eugenio-- era empírico, todos analfabetos; y surgimos porque mis tíos eran músicos, tocaban la guitarra; pero nunca pensamos llegar a tocar  en una emisora de radio.  En aquella época, Fidel quiso que fuéramos a Radio Rebelde, y allí se nos puso el nombre de Quinteto Rebelde,  por eso es un orgullo cumplir 50 años y seguir al lado de la Revolución."
Foto de La Jiribilla
Foto La Jiribilla
El conjunto estaba también en el combate: " a nosotros nos parecía duro y difícil estar en la guerra con aquellas armas, que eran la guitarra y los instrumentos de percusión; pero se convirtieron en verdaderos fusiles, porque cantábamos canciones de guerra, revolucionarias, desde el primer territorio libre de Cuba, en las montañas de Oriente, allí donde vivíamos."
"Fuimos capaces de interpretar algunos números musicales que desmoralizaron al ejército batistiano, y a la vez alegraban y daban ánimo a los rebeldes".
Foto Televisão Cubana
Quinteto em 2012 - foto TV Cubana
Durante la batalla de El Jigüe, estos improvisados músicos hicieron su parte: "estuvimos cinco días allí.  No dejábamos dormir a los guardia de Batista, le poníamos música día y noche, para acompañar los tiros."
Quinteto Rebelde, casa do cantor em Bartolomé Masó, Cuba
Casa de um dos membros do Quinteto
Quinteto Rebelde, Bartolomé Masó, Cuba
Todos os membros do Quinteto são
vizinhos
Y las anécdotas son múltiples, como cuenta Eugenio, uno de los  Medina del Quinteto Rebelde:
"Nosotros le pedimos armas a Fidel, porque queríamos combatir al enemigo, y nos habíamos incorporado a la guerra, no para tocar, sino para pelear. Pensábamos que un instrumento musical no podía destruir a un enemigo, por nuestra incultura, claro.

A "arma ideológica"



Integrante do Quinteto Rebelde com camiseta dos 5 Heróis
Integrante do Quinteto com
camiseta alusiva aos
5 Heróis
Estampa da camiseta sobre os 5 Heróis Cubanos
Detalhe da camiseta
Entonces Fidel nos manda a decir con el Viejo, que el arma mejor que había era la que teníamos nosotros, porque era un arma ideológica.  Como éramos analfabetos, creímos que Fidel decía que nos iba a dar un arma que se  llamaba "ideológica", que a lo mejor tenía un cargador más grande, o que era un fusil más potente.  Y hasta que no estudiamos, no comprendimos que el arma ideológica eran nuestros instrumentos musicales, y que todavía hoy  los llevamos encima".
Hace 50 años el combate era contra la dictadura;  hoy, se sigue peleando, ahora en medio de la Batalla de las Ideas,


Jayme, Lucimar, Rosa e Angélica em Bartolomé Masó, Cuba
Interior de uma das residências
ayme cantando acompanhado pelo Quinteto Rebelde
Jayme cantando Guantanamera
"Antes aplicábamos la técnica de la canción satírica frente al
enemigo, lo desmoralizamos con nuestra música, aunque nunca habíamos estudiado en una escuela como hoy estos muchachos.  Ahora vemos que el esfuerzo y el sacrificio de nosotros dio sus frutos, porque fue precisamente el Comandante en Jefe el que formó el Quinteto Rebelde, y cumplimos la tarea cabalmente; y ver hoy a esta legión de jóvenes  de las escuelas de arte, nos indica que aquella semilla que sembramos, se multiplicó en millones de frutos que desarrollan la cultura cubana y la llevan por todo el mundo."
Che Guevara na Rádio Rebelde, Sierra Maestra, Cuba, foto La Pastera
Che na Rádio Rebelde
Foto: La Pastera - Museu do Che
Los Medina, padre, e  hijos,  participaron en la construcción de la casa donde se instaló la planta trasmisora de Radio Rebelde en La Plata, en el firme de la Sierra Maestra...
"Nosotros nunca habíamos visto eso, y nos pareció una cosa tremenda, pensamos que eso no salía para afuera; pero Fidel citó a papá y le planteó la necesidad de constituir una audición musical en la Sierra: Nosotros, claro, no sabíamos que quería decir eso; pero él  explicó que era un programa musical por Radio Rebelde, y así nacimos en la radio, hace 50 años."
Aquel primer grupo estuvo integrado por Osvaldo, Alejandro, Eugenio y Gerardo Medina, y otros compañeros, quienes cada domingo, desde mayo de 1958,  participaban en el programa musical de Radio Rebelde."

Lucimar, Araújo, Jayme, Rosa e Angélica com o Quinteto Rebelde
O grupo com o Quinteto Rebelde
Aquel primer grupo estuvo integrado por Osvaldo, Alejandro, Eugenio y Gerardo Medina, y otros compañeros, quienes cada domingo, desde mayo de 1958,  participaban en el programa musical de Radio Rebelde."

O Quinteto Rebelde canta

Gentilmente o Quinteto nos brindou com alguns números musicais no  terraço da casa do cantor. Como introdução ao vídeo uma rápida reportagem da CNC-TVGranma.


Araújo, Lucimar, Jayme e Angélica com Osmar e família, Bartolomé Masó, CubaAo final da audição compramos alguns exemplares do cd com as canções revolucionárias e Osmar nos levou até a sua casa para apresentar a esposa e filha.
Osmar havia nos pedido uma bandeira do Brasil de tamanho pequeno para colocar no seu jipe junto com as bandeiras da Frente Sandinista de Libertação e da Venezuela. Não tínhamos um bandeira pequena (lhe enviamos posteriormente quando voltamos para o Brasil) o presenteamos com uma das bandeiras que levamos e com a qual desfilamos na Marcha de 1º de Maio em Havana.
Osmar o grupo e o jipe russo, Bartolomé Masó, Cuba
A despedida do amigo Osmar, um admirador de Lula e do Brasil

Para saber mais sobre o Quinteto Rebelde consulte:

Próxima postagem: De Bartolomé Masó a Media Luna

Santo Domngo - Almoço no retorno da Sierra Maestra

10/05/2012 - 14º dia de viagem
Deixamos Comandancia La Plata retornando para Bartolomé Basó, no caminho fizemos uma parada na localidade de Santo Domingo pois encontramos um bar à beira da estrada:
Bar Sabicú, Santo Domingo, Granma, Cuba
Sabicú é uma árvore nativa de Cuba
Conjunto musical no Bar Sabicú, Santo Domingo, Granma, Cuba
Conjunto cubano


O restaurante estava completamente lotado de turistas que retornavam da Sierra Maestra.

Jayme, Osmar e Rosa, tomando mojito no Bar Sabicú, Santo Domingo, Granma, Cuba
Jayme, Osmar e Rosa
Jayme, Araújo e Osmar - um papo acompanhado de mojito e Bucanero no Bar Sabicú, Santo Domingo, Granma, Cuba
Jayme, Araújo e Osmar



Ficamos no balcão, tomamos uns mojitos para refrescar e aproveitamos para escutar um pouco da música cubana tocada ao vivo por um conjunto local.
Angélica e Lucimar no Bar Sabicú, Santo Domingo, Granma, Cuba
Angélica e Lucimar

Osmar nos informou que perto deste bar existe uma pousada que também serve refeições e que daria para irmos caminhando, teríamos apensa que atravessar um pequeno riacho. Partimos, então, para conhecer essa nova opção.


Rosa, Lucimar e Osmar caminhando para a Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, Cuba
Rosa, Lucimar e Osmar
Lucimar atravessando o riacho sobre as pedras
Lucimar a primeira a se aventurar na
passagem de pedras


Debaixo de uma garoa fina que ajudou a refrescar o calor chegamos ao riacho: do outro lado a pousada e o almoço nos aguardavam.



Lucimar e Rosa atravessando o riacho
Lucimar e Rosa
Angélica e Jayme atravessando o riacho
Angélica e Jayme



Pausa para o registro fotográfico


Angélica, Jayme e Araújo

A Pousada


Chalés da Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, Cuba
Flores na Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, Cuba
Cabana na Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, CubaCabana na Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, CubaPaisagem na Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, Cuba
Chegando na Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, Cuba

São apenas algumas cabanas feitas de madeira e localizadas em agradável terreno arborizado.







Caso se interesse em hospedar-se neste local anote:


Flores da Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, CubaPaisagem da Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, Cuba

Villa La Esperanza, em Santo Domngo, Granma, Cuba.
Telefones: 0053-52-48-78-11 ou 56-55-68
Fale com diretamente com o proprietário: Uliser o Esperanza
Sala da Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, Cuba Cabana da Villa Esperanza, Santo Domingo, Granma, Cuba

Após um delicioso almoço seguimos mais uma outra atividade: visitar e conhecer o Quinteto Rebelde, tema da nossa próxima postagem.


Bartolomé Masó - Subindo a Sierra Maestra

10/05/2012 - 14º dia de viagem
O encontro que tivemos em Bayamo com Rosmery secretaria general de la Federación de Mujeres Cubanas em Granma facilitou muito a nossa viagem, tanto pelas indicações que nos deu sobre locais de hospedagem, restaurantes bem como pelos contatos com outras pessoas para as quais nos encaminhou. Em Bartolomé Masó, por exemplo, ela indicou o hotel em que ficamos e nos encaminhou ao comandante da Comandancia de la Plata - Osmar, que gentilmente nos serviu de guia na visita à Sierra Maestra.
Osmar é um internacionalista: em seu jipe as bandeiras
da Venezuela e da Frente Sandinista de Libertação Nacional
O jipe UAZ já na Sierra Maestra
Combinamos de sair às 8:00 da manhã - um
erro, deveríamos ter saído por volta das 06:00 pois a ida a Sierra Maestra exige bastante tempo. Na hora marcada Osmar chegou dirigindo um jipe russo UAZ. Embarcamos e fomos abastecer e em seguida pegamos a estrada em direção ao Parque Nacional Turquino - visitar a Comandancia de la Plata - quartel general da guerrilha comandada por Fidel Castro na Sierra Maestra.

A estrada que leva ao Parque Nacional Turquino é tão íngreme que o concreto (na subida da serra não é usado asfalto mas concreto) possuir em toda a extensão frisos (grooving) semelhantes aos adotados em pistas de pouso de aeronaves, como pode ser observado nesta foto tomada no momento em que Osmar ligava a tração 4x4  e a reduzida do jipe para enfrentarmos o trecho de subida mais severo.


Por ser uma serra, a subida não é feita de forma constante, chega-se ao Parque Nacional por uma sucessão de subidas e descidas que vão ficando cada vez mais acentuadas. No trajeto registramos uma curiosidade: um morador local que estava subindo a serra e usava um carrinho de rolimã - nos trechos de subida carregava o carrinho e nas descidas economizava esforço descendo sentado no carrinho pois as laterais da pista - espécie de pequeno acostamento - não possuem frisos.


Registramos em vídeo alguns momentos do deslocamento até a Sierra Maestra:


O percurso entre o hotel e o estacionamento no Parque Nacional - aproximadamente 40 Km - levou 1 hora e 15 minutos (contando com o tempo parado para abastecer - não mais que 15 minutos) a estrada apresentava bom estado de conservação e o jipe desenvolvia uma velocidade razoável quando trafegava no plano.


Em próxima postagem: A Comandancia de la Plata, os custos deste percurso e dicas para quando você for.

Sierra Maestra e Bartolomé Masó (planejamento)

Sierra Maestra - pequeno povoado no caminho entre La Habanita e Bartolemé Masó.
Bartolomé Masó. Municipio que  tiene el privilegio especial de la riqueza de su historia, corazón del territorio rebelde y abrigo de la Comandancia General de La Plata. Aquí se construyó la Ciudad Escolar Camilo Cienfuegos , primera gran obra educacional edificada por la Revolución en el país. El territorio masoense debe su nombre al insigne patriota cubano Bartolomé Masó Márquez, mayor general del ejercito mambí, último Presidente de la República en Armas, luchador en las tres guerras mambisas por la independencia de Cuba. Para gloria de este municipio se constituyó en sus predios el Primer Frente Oriental “José Martí” dirigido por el Comandante en Jefe Fidel Castro Ruz, fue este uno de los escenarios más importantes de toda la lucha revolucionaria.
En Altos de Mompié Fidel Castro fue ascendido a Comandante en Jefe de las fuerzas del llano y la sierra. En estas serranías se desarrollaron importantes combates y batallas durante la ofensiva de verano de 1958, como por ejemplo: 1ra y 2da Batalla de Santo Domingo y Batalla de Las Mercedes, entre otras. También aquí estuvo asentada la Comandancia General del Ejército Rebelde en La Plata, establecida en el territorio precisamente en mayo de 1958. Desde el territorio masoense salieron las columnas invasoras “Antonio Maceo” y “Ciro Redondo”, comandadas por Camilo Cienfuegos y Ernesto Che Guevara, respectivamente. El 16 de diciembre de 1958 quedó liberado el territorio tras la huída de las tropas batistianas. 

Fidel no Pico Turquino
Turismo de Naturaleza, Parque Nacional Turquino, ubicado en
Pico Turquino
pleno corazón de la Sierra Maestra; facilita, patrocinado por la cadena Isla Azul, el turismo de naturaleza y ofrece la posibilidad de disfrutar de aire limpio, de sus ríos y el encanto de una fauna típica y celosamente conservada a más de 1 600 pies sobre el nivel del mar.

Además, es una oportunidad única de trasladarse en su imaginación a finales de la década del 50, época en que los luchaban por la libertad de la isla, pues la
Comandancia General
Comandancia General de La Plata, hoy accesible para el turista, y que fue desde donde se dirigió buena parte de la Revolución, está apenas a dos horas de camino.
Dentro de estos parajes, se encuentra la Comunidad Ecológica “La Platica”, donde la hospitalidad y sencillez de su gente y todos los matices del verde y el azul, hacen de ella un auténtico abanico de contrastes. Pero si además de la naturaleza y la  historia, usted es de los que persiguen las alturas y disfruta la vida intensamente, entonces la sugerencia es subir un poco más, hasta el Pico Real del Turquino y alcanzar el “techo de la Isla” y cuando el cansancio invada su cuerpo, usted puede descansar a plenitud en la confortable Villa Turística “Santo Domingo”. Villa Balcón  de  la Sierra,  típicamente  cubana, distinguida por la belleza de su entorno y su intimidad, posee  las  condiciones ideales para una temporada en contacto directo con la naturaleza y la salud. Además del necesario y formidable descanso y las exquisiteces de platos típicos cubanos, tendrá aquí la oportunidad de penetrar parte de la historia, ya que sitios como la Comandancia del Che Guevara o  la  de La Plata, atesoran en su memoria rostros y vivencias de importantes momentos de la Revolución cubana. La Villa  dispone de 12  cabañas  climatizadas,  con agua  caliente  y  fría, refrigerador  y  televisor. En el restaurante puede degustar  exquisitas comidas típicas cubanas, elaboradas exclusivamente a base de productos naturales.  Cuenta además con  bar, piscina, tienda de la Cadena Universo y parqueo.
Vila Santo Domingo

Villa Santo Domingo, enclavada en el paraje del mismo nombre, en las montañas de la Sierra Maestra, el más atractivo e histórico macizo montañoso cubano. Es hoy la instalación de turismo de naturaleza de Cuba con mayor afluencia de vacacionistas extranjeros. Se encuentra empinada a 1600 pies sobre el nivel del  mar, entre los árboles que un día fueron perforados por las balas, entre los ríos donde tantas veces se disolvió la sangre de guerrilleros y entre los bohíos en los que ellos encontraron pan, abrigo y aliento.

A dos  horas  de  camino de la Villa está la Comandancia General de La Plata, la que  constituyera  el  principal  puesto de mando del Ejército Rebelde y un  poco más arriba en  el último  punto  de  los  bosques de pinos, jiquíes y ácanas, se impone el Pico Turquino, la elevación más alta del Archipiélago. Tan auténticos como los atributos naturales e históricos que en la misma se atesoran, se encuentra precisamente el colectivo y la misma instalación, fundada en 1982, primero como campamento de tránsito hacia La Plata y el Turquino y 10 años después como Villa de la cadena de turismo nacional Isla Azul.
Fonte: EcuRed